A USP, a maior e possivelmente a mais desejada universidade do Brasil, já foi palco de eventos de grande relevância para o país. Houveram lá movimentos estudantis geniais...
Mas algo muito surreal aconteceu por lá nesta semana. Um grupo de estudantes invadiu, depredou e acampou na reitoria, exigindo o fim da patrulhas policiais, com o objetivo real, de facilitar o consumo e o tráfico de drogas dentro do campus!... Eu estou sem entender isso até agora!...
Levando-se em conta, que um grande contingente de alunos da USP é adulto, mas sustentado pelos pais, me pergunto, o que estes pais teriam em mente hoje com relação à atitude dessas crianças? E mais... Que tipo de pais nós somos? presentes ou permissívos?!!! Que filhos deixaremos neste mundo?...
Este assunto é muito sério, pois não se tratam de pessoas marginalizadas, mas da chamada "nata" cultural paulistana!... Oremos...
2 comentários:
Caro postador do blog, essa questão da PM na USP não se trata de maconha. Os estudantes não estão protestando a favor da maconha, mas para a saida da base da polícia da universidade, pelo simples fato de que universidade, assim como escola e qualquer outro lugar de estudo, NÂO é lugar para Polícia. A saída da polícia da USP foi uma das maiores conquistas estidantis que ocorrera na ditadura, e graças a essa organização estudantil tão forte que ocorreram as passeatas durante a ditadura... em fim, não se trata da maconha. A mídia diz que os alunos agridem policias, e vc acredita nisso... Te pergunto: por acaso vc esteve lá? Se estivesse, creio que teria uma opinião diferente, porque ninguém gosta de ser oprimido por bombas de gas e pimenta. Opressão não tem lugar em meio aos estudos. Portanto, ACORDE caro bloggeiro, e não se iluda pelo o que a GLOBO diz.
MOVIMENTO ESTUDANTIL??? sim! movimento estudantil!!! PM fora dos estudos!
Caro Lucas, mantenho minha opinião. Não estou morando em São Paulo, mas sou paulistano e conheço muito bem a USP. Não estudei lá, mas recordo-me dos problemas de segurança que amigos muito próximos vivenciaram no campus antes do convenio com a policia. E dentro dos inúmeros trabalhos que já fiz, incluindo vários como professor, tive e tenho muito contato com a corporação, que vejo sim, como necessária em ambientes estudantis. A polícia está longe de ser formada por homens perfeitos, mas é algo muito raro, abordarem alguém que não esteja em atitude suspeita, ainda mais na USP. A USP é a USP, não se aborda alguém lá dentro sem que esteja com uma postura suspeita. Se abordam, é porque viram algo estranho. E ambos sabemos, que existe tráfico lá dentro. As bombas de gás lá na USP, apareceram agora, quando dezenas de alunos cercaram uma patrulha que revistava um rapaz que fumava maconha. O uso da maconha é licito, mas como um polícial vai saber se o usuário é traficante ou não? Somente abordando-o. E é lícito que se leve à delegacia, portador de drogas que não aceite revista. Como cidadão e pai, "eu quero isso!..." Desculpe, mas as glórias dos movimentos estudantis da USP estão no passado. Tenho certeza que a qualquer momento poder ressurgir, mas não é este o caso... O Brasil, de fato, tem uma mídia muito tendenciosa, Mas "não toda" mídia é tendenciosa e eu não encontrei nenhuma que defendesse o movimento. Sinto muito, não vejo nenhum mérito nesta causa...
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